A instabilidade no mercado mundial, principalmente na economia norte-americana,
pode produzir reflexos que serão sentidos nos próximos meses. No leque de
preocupações, encontram-se o crédito prime, a perda de capacidade de compra e o
aumento dos preços do petróleo e da gasolina. "Digo que a bolha está
desinflando, e não estourando. O medo de essa bolha estourar existe e é isso que
vai deixar o mercado volátil nos próximos meses", disse Ricardo Amorim, diretor
de Pesquisa Econômica e Estratégia para a América Latina do banco WestLB.
"A questão é se a crise será suficientemente forte para trazer abaixo o
resto da economia mundial. Acho possível, mas improvável. Isso porque o resto da
economia mundial - China, Europa e até a América Latina - vem se acelerando, e
não desacelerando. A gente só vai ter certeza disso daqui a alguns meses",
disse.
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Para analistas, crise no mercado está apenas no começo
Bate-papo: economia